19 de Fevereiro de 2008

Sensualidade, intimidade e terapia

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O Caderno 2 de hoje traz matéria sobre o lançamento da Alfaguara (aliás, livros que dão gosto de ler e ter…), Marylin - ultimas sessões do psicanalista e escritor Michel Schneider. É uma obra onde a ficção preenche as lacunas da história e conta os encontros e efeitos da relação de Marylin Monroe e seu terapeuta Ralph Greenson. Nunca fui muito tocado pela sensualidade de Monroe, se tivesse nascido uma ou duas décadas antes, com certeza seria, mas confesso que me interessei pelo assunto, infelizmente não consigo colocar o livro no meu plano de leitura atual, ao ler duas ou três frases de Marylin  adicionadas na matéria. Aqui vão elas como inspiração para você se lançar a leitura:

Não terminei o curso secundário. Posava. Era modelo. Olhava-me nos espelhos e nas pessoas para saber quem eu era.”

Aprendi, lendo a obra de Freud, que os fracassos são muitas vezes desejados pelo inconsciente.”

As pessoas têm o hábito de me olhar sempre como se eu fosse uma espécie de espelho, e não uma pessoa. Elas não me vêem. Mas vêem sua própria obscenidade em mim. Depois, colocam uma máscara e me tratam como mulher obscena.”

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