7 de Abril de 2008

Mal: atração ou rejeição?

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As revistas semanais e a imprensa em geral deste final de semana são um bom ponto de reflexão, um mergulho no nosso lado menos nobre. Quem já não se pegou revirando os detalhes da família de Isabella, a menina de 5 anos, morta na semana passada? Por que faço isto? Por que você faz isto?

Que papel caberia a imprensa? Aprofundar a questão ou aproveitar e apelar ao sentimentalismo e vender mais revistas? Não acompanhei, li apenas a Veja, mas reproduzo aqui as capas e fico perguntando se não está faltando alguém conduzir o leitor de volta desse mergulho sórdido? O quanto essa questão será aprofundada e as pessoas liberadas desse contato canhestro, dessa indefinição de atração ou rejeição com a desgraça, principalmente se for a alheia? Espero que caso resolvido, apareçam perfis interessantes e didáticos dos envolvidos, para isso, será necessário estudar os orkuts deles. Estranho mundo digital. Não, apenas, estranho mundo…

Um comentário em “Mal: atração ou rejeição?”


  1. Estava falando sobre isto neste final de semana. Ainda fui um pouco mais além: estão destruindo a vida dos pais da menina sem ao menos saber se realmente forma eles que a mataram. Nada foi aprendido com o evento da Escola Base. Sabe por que ? Porque a multa dada ao Estado de SP eplo mal enorme que fizeram aos donos da escola foi de míseros R$ 1,2 MM depois de 12 anos. Se a multa fosse de R$ 100 MM, acho que a mídia pensaria 2 vezes antes de encontrar, mapear e condenar falsamente ou sem provas estas e muitas outras pessoas que têm suas vidas destruidas.

    No final, não consigo pensar o mundo como algo muito além de um enorme “incentivo econômico”. Todos são movidos a isto, para o bem ou para o mal.

    Pulei esta matéria na VEJA.
    Não me interessa.

    Abs,
    Fernando

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