21 x Breu, fiquei no preto e branco
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As coreografias dessa temporada do Grupo Corpo são 21 e Breu. Há uns 6 anos marco presença, é quase uma educação visual. Acho que todos que pudessem deveriam ver.
Essas duas últimas partem de músicas mais ousadas, difíceis. A do Breu, que tinha assistido o ano passado é do Lenine, algo bem forte, tenso, uma releitura da música pernambucana, num cenário preto e branco, coreografia agressiva, retrato dos dias nas grandes cidades.
A do 21 começou amarelo e foi se colorindo. A música do Uakti classificaria mais como experimental do que corporal, mas foi bem dançada, para mim os corpos se transformavam em relógios. Me empolguei mais na segunda parte, vendo o que já tinha visto. No próximo ano descubro se as coreografias menos harmônicas pedem uma segunda vez. Vá ver!
