


Weimar é uma pequena e histórica cidade quase no meio da Alemanha. Durante a divisão das Alemanhas, ficou oriental, o que talvez explique ainda a dificuldade em se trocar dinheiro, sim, fazer câmbio, ou em se aceitar cartão de crédito nos lugares, por isso, vá preparado, mas vale a pena.
Já falei aqui da biblioteca da duquesa Ana Amália, mas Weimar foi declarada em 1999 Capital Cultural da Europa. São 14 construções tombadas como patrimônio histórico da Unesco, a cidade respira Goethe e Schiller, na imagem acima. A escola de Bauhaus se iniciou na cidade, fiquei frustrado com o museu de Bauhaus, primeiro, fica num prédio neo-clássico, a imagem clássica do prédio da Bauhaus é a de para onde a escola se mudou, Dessau, segundo, é bem menor do que poderia imaginar, mas ficou a contribuição dos principais professores que acabaram se mudando para os Estados Unidos, e toda a conceituação de junção da arquitetura, arte, design e outras formas de expressão.
Também cai no conto do museu de arte contemporânea, supostamente um dos primeiros da Alemanha. Lá não tinha uma peça sequer desse período, tinham sido retiradas para uma exposição de um artista alemão do século XVII. Ah, também não acredite que todo alemão fala inglês, no interior isso está longe de ser verdade.
Mas nenhuma dessas inconveniências foi suficiente para tirar o prazer de estar num lugar desses. Além da reflexão da importância do lugar e da companhia de onde você vive, Weimar é cultura por todos os lados, não consegui pegar nada da temporada de ópera ou de música clássica, vou ter que voltar…