27 de Fevereiro de 2009

Porrada, quem dá?

o-lutador.jpg

Durante o carnaval levei meu filho de 11 anos e um amigo para assistir ao O lutador, com Mickey Rourke. Tinha lido uma entrevista com o ator que me definira a assistir, um tema que geralmente deixaria passar. Toda a onda pré-Oscar para que ele ganhasse só reforçaram.

Fui antes da entrega e saí de lá convencido que as pessoas estavam querendo premiar alguém que tinha saído do buraco, alguém que tivera a coragem de testar e extrapolar todos os seus limites, um bom ator, mas nada tão fenomenal quanto lera. Confesso que até agora não sei se era maquiagem de cinema ou da vida o rosto de Rourke.

Eu já fui enganado por luta livre, lá em Itapeva deveria ter uns 10, 11 anos, eram Fantomas, Tigre Paraguaio e outros que agora no cinema vi como se relacionavam nos vestiários. O filme é forte, um pouco demais  para a idade do meu filho, e meio disciplinador no sentido de que a vida é cruel e cobra o seu preço dos “desajustados”. Vale pela reflexão se de fato se quer ser regenerado de acordo com os padrões dos outros…

 Já adianto que assiste ontem o Milk e para mim, Sean Penn esteve muito melhor, mas isso é para outro post. 

Comentar