Frick Collection, um belo mergulho no passado.
![]()
![]()
![]()
![]()
Há mais de 15 anos não visitava a Frick Collection, 5a. avenida, pouco abaixo do Metropolitan. O acervo não mudou, mudei eu, conheço mais arte, aprimorei meu senso estético. Ainda é um belo passeio, a casa do magnata do aço Henry Frick é capaz de botar qualquer um para pensar, para que tudo isso? Pelo menos, deixou algo interessante para a comunidade.
Algumas obras interessantes, de Vermeer e Holbein acima, mas também Velasquez, El Greco, Degas, Rembrandt, entre vários outros. Quase não se tem mais de um quadro do mesmo pintor, a coleção foi aumentada por seus filhos depois da morte do empresário há 90 anos e foi aberta ao público há mais de 70 anos.
Além de quadros há muita tapeçaria, porcelana e móveis. O ponto fraco é o vídeo, é claro que é oficial, mas destaca o quanto o magnata fez questão de pautar sua coleção por obras que não retratassem a violência, algo que ele repudiava veementemente. É óbvio que esse era seu discurso, mas um ex-contador virou um homem tão rico assim, explorando a fabricação do aço? Seus antigos empregados não deveriam conhecer muito bem essa sua faceta… Foram vingados por Joseph Duveen, o marchand que deve ter tirado muita grana dele… Um dos poucos que deve ter conseguido… Vale uma visita para quem não conhece.
