Sony x Amazon, quase testei o Sony e-reader…
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Ontem no aeroporto JFK vi uma vending machine da Sony, além dos fones de ouvidos e outros aparelhos, lá estava o tal do e-reader. Quase comprei, mentalmente a desculpa estava pronta, trabalho com isso, é material de pesquisa. Custava $ 399, paguei $ 349 no Kindle, mas conclui que era grana demais para outro teste. E, se nada de significativo se alterar, mas creio que vai, o Kindle vence esta batalha, é claro que estou falando da versão atual dos dois.
Se não comprei o gadget, comprei a Fortune, com o Jeff Bezos (fundador e presidente da Amazon) na capa e com o Kindle na mão. A foto de abertura da matéria é muito boa, ele sobre uma montanha enorme de livros, 3.500, supostamente a quantidade que cabe dentro do Kindle. A matéria diz que a vantagem do Kindle sobre o Sony é que ele, apesar de não ter a tela tocável como o da Sony, tem conexão direta com a internet, ou seja, comprar livro é muito fácil. Eu que o diga, no caminho para Beacon, meu último dia de conexão direta e sem necessitar o micro, comprei mais 5 livros.
Mas nunca é demais recordar que umas das últimas matérias daquela edição é sobre o “renascimento” da Palm. O novo Palm Pro fez as ações subirem, levando junto as esperanças. Eu já publiquei um livro que falava sobre o sucesso da Palm, exatamente em cima do fracasso no Newton, o primeiro aparelhinho de mão da Apple. Dez anos depois, a história inverteu de lado. Em todos os setores pode ser assim, na tecnologia, é completamente cruel, bobeou, dançou (aliás, nenhuma fila maluca nas lojas da Apple)…
