1 de Julho de 2009

Lágrima pela obra: Pina Bausch

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Ainda não adquiri o controle sobre as palavras para ser sucinto, deixar apenas as emoções falarem, talvez não seja a minha praia. A dança para mim é isto. Tenho poucas palavras para descrever, um monte de sensações. Há uns 15 anos abandonei um ballet para assistir um jogo da copa do mundo, dificilmente farei isso novamente.

Assisti a dois espetáculos de Pina Bausch na vida. Talvez tenha sido a mídia que me convenceu de sua importância, não lembro muito, sim de ter gostado bastante no geral, misturou-se na minha formação cultural.

Hoje li o texto de Deborah Colker no Estadão, algo curto e emocionado. Se alguém que respeito tanto como a Colker ao encontrar Bausch sentiu as pernas trêmulas e a dificuldade de falar ou perguntar, eis de fato reações humanas, e isto é o mundo da dança ao extremo. Já me senti assim diante de alguns ídolos…

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