Flip Mesa 8 - sentidos da transgressão: Edna O’Brien
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Não consegui conectar, aqui vão os comentários de ontem.
Insisto que para quem está na tenda do telão ou então lá fora, a tradução do inglês tem parecido no mínimo, duvidosa, mas não é possível culpar apenas a tradução. De início não havia me programado para assistir O’Brien, na verdade, seria dia de passeio de barco, mas o tempo em Paraty não ajudou, olhei a programação com mais carinho e achei que o que havia lido da irlandesa justificava a presença.
Se depender disso para ler sua obra, não vou ler. Achei o debate fraco e as associações aquém do esperado, abordou-se pouco a transgressão, e o tal poema para Obama ficou completamente sem sentido, não gostei, é claro que a escritora falou coisas interessantes sobre escrever, mas nada de novo ou tão profundo foi acrescentado.
