Horas de verão - Para repensar a herança…
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Os três irmãos aí acima herdam não só uma bela casa como uma importante coleção de arte. No filme do diretor Olivier Assayas, apenas dois deles ainda vivem em Paris, uma foi para a China e a personagem de Juliete Binoche vive nos Estados Unidos.
Essas diferenças fazem que a decisão seja pela venda da casa e da coleção. Precisam fugir dos impostos, mas como as peças interessam ao Museu D’Orsay, isso se resolve, eles conseguem não brigar tanto e descobrem um pouco mis da relação da mãe.
Achei o filme despretensioso, mas é desta forma que empurra o espectador a pensar na sua própria vida. Na minha casa também somo em três irmãos, imaginei os diálogos e iniciativas, encarei por antecipação uma hora desagradável, e isso ele faz de maneira muito interessante. Há também um boa oposição, talvez um pouco clichê, dos valores do final, do meio da vida e da juventude. Acho que valeu, para mim ficou muito claro a vantagem de estar no meio, já entendo a mãe, mas ainda não condenei totalmente os netos, me aproximo da metade, este filme ajuda a preparar para a segunda metade.
