23 de Julho de 2009

Lágrima - Pelo discurso do SNEL no Estadão

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É claro que cargo político tem suas demandas. Mas a presidente do Sindicato dos Editores de Livros, Sônia Machado Jardim, exagerou na sua defesa da isenção de PIS e Cofins no setor. Para mim apesar de defendermos a mesma causa, sim o livro depende de alguns incentivos, o discurso é choroso, catastrofista, mal focado.

Parece ameaça de fraco. Está na hora de uma autocrítica. O setor editorial tem sido incompetente em apresentar soluções para o baixo nível de leitura do país. Isso precisa ser repensado, é difícil, sim, mas talvez esteja na hora de uma renovação, a relação com o grande comprador não tem trazido novos ares, nem novos leitores. Alguém tem alguma idéa?

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