24 de Julho de 2009

Ética, ONGs, passividade do brasileiro e o Roberto Romano

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O Estado de S. Paulo de hoje traz uma boa entrevista com o professor de ética da Unicamp, Roberto Romano. Para mim ética é da maneira mais fácil definida como capacidade de olhar no espelho sem sentir a consciência pesada.

Romano lembra que tem muita gente muda com todos esses descalabros porque existe uma quantidade muito grande de ONGs dirigidas por pessoas físicas e que dependem de verbas governamentais, ou seja, trocam seu silêncio e ideais por verba do governo. Por isso sou a princípio contra ONGs, muitas fazem trabalho importante? Sim, fazem, mas é preciso encontrar outra solução.

Sempre acreditei que a vaidade e a ambição (que também as tenho) ficam melhor na iniciativa privada, é mais honesto, fica tudo no privado, não é utilização do público, ou como vejo em muitas ONGs, não fica a necessidade de construir uma imagem de preocupação com o todo, com a generosidade excessiva, quando na verdade, muitas vezes, só se quer mesmo é ter o ego amaciado, ou uma culpa, “perdoada”. Ongueiros, reflitam…

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