28 de Agosto de 2009

Quem vai aderir a campanha Folha, demita o Sarney!?

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Este é o meu terceiro post da campanha para que a Folha de S. Paulo demita o Sarney. A cada semana que passa, a cada ato que vejo no Senado me convenço que o único revés que o José Sarney pode tomar na vida, é ser demitido pela Folha. É claro que a Folha não tem esse dever, não é a juíza da vida dele, mas ela tem sim o dever de não compactuar com a hipocrisia em seu espaço. Eu não quero saber das mulheres do Sarney, para mim, continua não só sem condições de presidir o Senado, continua sem condições de ser senador, sim, sei que não é só ele, que é maioria, quase unanimidade.

Fiz referência às mulheres porque o artigo de hoje é Sempre as mulheres, se não leu, e for assinante da Folha ou do uol, clique aqui. Fala de democracia e mulheres em vários países do mundo, não fala das questões atuais, o último parágrafo é o seguinte: “Pensar em democratizar o Oriente Médio é o mesmo que plantar cenoura na Lua. As mulheres são escravas delas mesmas, pois não têm o menor direito de viver em liberdade.”

Humana e global a preocupação do senador, mas eu ficaria mais feliz se ele se esforçasse em resolver os problemas que nos cercam, até permitiria que fosse patrimonialista e se restringisse ao seu Maranhão, ou estendendo no máximo até o Acre.

Seus vizinhos de espaço hoje, abordam assuntos mais concretos e próximos. Clóvis Rossi faz importante alerta sobre a lei aprovada na surdina e que cria condições de “endeusar” várias iniciativas, basta fundar alguma instituição de cunho religioso para ganhar privilégios nesse novo Brasil. Eliane Cantanhêde, viajou de Brasília a Bariloche, fala dos colegas Chaves e Uribe e do palco armado para Lula brilhar, lá fora, e do quanto ele não consegue fazer aqui dentro. Ninguém foi tão longe, ninguém precisa tanto ser vazio quanto José Sarney, é por isso que insisto, Folha, demita o Sarney!

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