10 de Dezembro de 2009
Fausto, Goethe e Shakespeare, bem-vindos
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Discuto com alguns amigos, um tem sido o assíduo, Tudo o que é sólido desmancha no ar, Marshall Berman. Lá, ficamos lendo e sabendo um pouco melhor sobre Fausto, de Goethe, tinha uma edição da Itatiaia, resolvi comprar as novas da 34, mesma tradutora Jenny Klabin Segall, mas a edição em dois volumes, o segundo póstumo, de acordo com a vontade de Goethe (O mais feliz dos homens é aquele que consegue ligar o fim de sua vida com o início). Os livros são muito bonitos, com ilustrações artísticas e bilíngues.
Também não resisti ao livro do Gustavo Franco e de Henry Farnam sobre Shakespeare e a economia. Mas fechei duas consultorias que se me aliviam a vida, me atrapalham a leitura… Quem manda não ser rico e querer ser leitor…
