3 ficções, 1 sobre ficção e uma nova visão da história do Brasil
Um foi presente de natal, escolhido por mim, O ceu que nos protege, Paul Bowles, os outros parte dessa vontade de estar perto de grandes livros, quem sabe não acelero minha capacidade de leitura.
O do Jorge Caldeira, A história do Brasil com empreendedores, porque fala de um assunto que me acompanha, espero resgatar quando da leitura alguns nomes meio esquecidos e um outro jeito menos estatal de ver o Brasil.
Já os outros, além de grandes autores, têm em comum o momento de estar escrevendo, o meu meio que se aproxima do final, pelo menos da primeira versão, mas no mínimo já consegui manter uma história para mais de 200.000 toques, é uma delícia, tem dias que não vejo a hora de sentar na frente do computador e dar vida aos personagens. Para isso, sempre é bom ter por perto Mario Vargas Llosa, comprei Tia Julia e o escrevinhador, o de Llosa mais de vinte anos mais jovem do que eu. André Gide entrou na biblioteca por culpa do artigo do Prosa & Verso de sábado passado do José Castelo. Me alertou para o Diário dos moedeiros falsos, que logicamente trouxe junto Os moedeiros falsos. Estou na dúvida se começo os diários sem o livro principal ou faço caminho inverso.
