100 anos sem Joaquim Nabuco: ele faz falta na elite brasileira
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Há cem anos morria Joaquim Nabuco, enquanto cumpria temporada como embaixador brasileiro em Washington. Foi um dos principais intérpretes do Brasil. Escreveu alguns livros clássicos: O abolicionismo, a biografia de seu pai, O estadista do Império e sua autobiografia, Minha formação.
Foi imperialista até o final, mas depois embarcou na república e cumpriu missões fora do país. É o exemplo de uma elite capaz de pensar, de conviver com o diferente e se preocupar com o geral. Boa pinta, dizem que era classificado como o homem mais bonito de Washington, casou tarde para os padrões da época e viveu algumas aventuras, mas o melhor foi ter defendido a modernização do país.
Para a literatura, criou juntamente com o amigo Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras, e foi seu primeiro secretário-geral. Era um dos poucos a quem Machado chamava de querido.
Quem é o Joaquim Nabuco de agora?
