A tradução do título já diz muito…
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Assisti Amor sem escalas. Pode ser por inveja, mas tenho certa tendência a não ir a filmes estrelados por George Clooney, assisto alguns no dvd, coisa que também faço pouco, simplesmente por achar que são histórias previsíveis, que não arriscam muito.
Amor sem escalas talvez tenha a ambição politicamente correta de se tornar referência para as mulheres poderem sonhar levar a vida dupla, geralmente um papel masculino. O bonitão finalmente sede ao coração e abandona sua solteirice, não foi duro o suficiente…
A tal metáfora da mochila com o que se carrega na vida, comentada por muitos, é de fato um projétil de autoajuda. Para muitos, não é necessário adicionar tanto, se faltou formação, ou se simplesmente se fizeram escolhas erradas, também não se anda. O que achei mais interessante é ser ver confrontado com a hipocrisia do mundinho de RH. Quem já demitiu ou foi demitido vai poder comparar sua performance. Por ter lido algumas críticas sérias, fui esperando mais, olhando para a imagem acima, divulgação do filme, não posso dizer que fui enganado.

Coisa de revisor: sede, com “s” apenas se você quiser beber algo. Com “c” é para ceder.
Obrigado, falha minha.