Picasso no Met, não vale a visita…
![]()
![]()
A exposição do Picasso no Metropolitan Museum faz barulho. Mas o barulho é maior do que sua extensão. Picasso é um artista amplamente visto, todos os grandes museus têm obras suas, vários em quantidade, produziu e se divertiu bastante. O Met não é o exemplo de melhor casa com sua obra, quem começou a coleção foi sua amiga e escritora Gertrude Stein, retratada por ele e reproduzido acima. Ouso dizer que o que tem de Picasso no Moma, nem tudo à mostra, se bem que a concorrência faz todos destacarem o espanhol na cidade, é melhor do que está no Metropolitam. Também não se se estou errado, mas havia uma sala onde numa das paredes todos os desenhos se chamavam bacanal alguma coisa, era a parede mais vazia, talvez também a mais desejada numa sociedade tão moralista.
Há também uma interessante exposição sobre a mulher americana, pena que para nos anos 30 ou 40 do século XX, mostrou o quanto as mulheres enfrentaram obstáculos para conquistar espaço e direito. Patrocinada pela Gap, dá grande ênfase na moda, mas não trouxe a presença da mulher nos últimos anos, acho que se negou a enfrentar pontos difíceis e controversos, seria muito melhor ter um panorama até agora.
No mínimo descobri uma artista que eu não conhecia e gostei muito Alice Neel, autora de portraits interessantes, como os colocados acima. Concordei com o débito de 20 dólares por pessoa na entrada. Sai com a vontade de pedir no mínimo uns 10 dólares de volta…

