Atenção povo de São Paulo, é só ir para as ruas: Virada Cultural 2010!
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O tempo deu uma melhorada, não está quente, tampouco o tipo de frio que quase obriga os sensatos a ficarem em casa. Está começando agora a Virada Cultural 2010, paulistanos e visitantes da cidade ganham várias opções para celebrar o que São Paulo tem de melhor até o final do dia de amanhã.
Sim, a virada é isto, um pouco da vantagem do preço que se paga por morar em São Paulo. O trânsito é caótico, a insegurança grande, tudo é caro, a cidade é feia, o povo sem tempo, mas nesses momentos São Paulo ganha vida, consegue minimamente competir com as praias do Rio de Janeiro, com a estrutura de cidades européias. Em São Paulo há vida, há gente de vários tipos e isso se encontra na Virada. Talvez esteja aqui apenas defendendo algo que não farei, por deficiências de logística familiar, mas essa é uma ótima ação da prefeitura, que espero esteja sendo controlada dentro dos parâmetros para que a ganância e ambição de poucos não destrua a diversão e oportunidade de muitos.
São esperadas 4 milhões de pessoas. Quando li a programação da rua Vieira de Carvalho, lembrei dos saudosos tempos de Casa Ricardo, Rubayat e outros restaurantes. Quando Ricardão era apenas um ótimo sanduíche de pastrami e repolho na Casa Ricardo e quando o tempo que eu gostava de toda essa breguice abaixo, estava menos distante. O tempo me afastou desses artistas abaixo, fechou esses estabelecimentos e a cidade se renovou.
Palco divertido e nostálgico compõe uma festa para agradar todas as idades. Rua Vieira de Carvalho
19h00 Arrigo Barnabé – Caixa de Ódio: o Universo de Lupicínio Rodrigues
21h00 Banda Desengonçalves – Canções de Nelson Gonçalves
01h00 Sidney Magal
03h00 Luis Caldas
05h00 Double You
07h00 Brothers of Brazil
09h00 Waldirene
11h00 Jerry Adriani
13h00 Angelo Maximo
15h00 Vanusa
17h00 Wanderléa
É claro que tiro fora do meu comentário o Arrigo Barnabé e o falecido Nelson Gonçalves. Clique aqui e cheque a programação completa. Mas se já esqueci das músicas de Jerry Adriani, Angelo Máximo, de Vanusa lembro talvez algumas, além do hino nacional, da Wanderléia, apenas a participação na Jovem Guarda, e de Sidnei Magal, tenho a cigana no fundo da memória…
