Homenagens sem fruto…
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Nunca havia estado diante de uma pirâmide antes. Confesso que já cai em alguns contos de pirâmides, mas há algum tempo, se os anos fazem cair algumas coisas, fazer também subir a inteligência.
Quando fui visitar as pirâmides perto da cidade do México, desconsiderei o cansaço de 9 horas de vôo, sim, fui direto do aeroporto, e além da caminhada no sítio arqueológico, resolvi subir todos os degraus, sei lá quando estarei no Egito ou no Peru, fui de pirâmide asteca mesmo. Elas têm dois mil anos e, brincadeiras à parte, parece que os deuses não se sensibilizaram com a homenagem, apesar de um povo bem interessante, festivo, o país tem um tráfico caótico e uma série de problemas.
É mania humana, rituais e monumentos em busca de algo que quase nunca vêem, mas no mínimo, serve para que as gerações futuras olhem para o passado e tentem dele extrair algo. É humano não saber se olha-se para trás ou para frente, sempre mais fácil do que o agora…
