23 de Julho de 2010

Ah, se todos fossem iguais a Woody Allen…

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Ah, se todos fossem iguais a Woody Allen… O cinema teria filmes mais sacados e sutis, Scarlet Johansson, pareceria sempre uma atriz bonita e inteligente e, como o diretor, inimigo da tecnologia, diz hoje na Folha: “Nunca existirá algo que substitua o prazer de ler”.

A declaração vem de uma entrevista sobre a experiência dele em gravar seus livros para uma versão audiobooks. Com esse movimento de concentração e investimentos em sistemas de ensino, tenho certo receio de uma mediocrização, os maus professores terão um guia, os bons, ficarão amarrados e todos se encontram no meio, num nível confortável, mas mesmo assim acredito que mais leitores serão formados e poderão descobrir o tal prazer da leitura, que ao contrário do sexo, nada tem de intuitivo e dá o maior trabalho, mas pelo menos tem uma duração bem maior…

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