Gostei do começo, depois… Cisne negro!
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Da temporada de filmes, escolhi Cisne negro para começar. Me arrependi. O filme de Darren Aronofsky começou muito bem, uma câmera agitada, mostrando o ballet e algumas questões humanas de forma real. A tal mãe da Natalie Portman me pareceu um exagero desde o início, mas o restante ia bem.
Mas aí, o diretor resolveu abusar dos efeitos especiais, sinceramente o filme não precisava disso. Devem existir pessoas com uma enorme dificuldade de soltar-se, sentir, se deixar levar. Também existem malucos em todas as áreas, bem como pessoas dispostas a arrancar das outras o melhor, não importa a forma, mas o filme me perdeu, exagerou e deixou de ser uma obra interessante e densa sobre questões humanas importantes para tentar se tornar um thriller impactante e fechado ao pensar, pena. Sim, gostei de Natalie Portman, é sempre bom ver alguém com aquela cara de boa moça testar e mostrar os limites da vida. Hollywood também anda botando as manguinhas de fora, todos os conservadores ficaram no mínimo intrigados com o tal lesbianismo, se não afrouxou a moral, no mínimo aumentou a fantasia…
