Da cama, às telinhas, às páginas, à telona: Bruna Surfistinha
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Já não me lembro se li o livro da Bruna Surfistinha, tenho a impressão que não. Certeza de que não peguei o seu blog e muito menos a própria. Mas é claro que fiquei curioso com a história, e resolvi levar ao cinema um adolescente, achei que era uma boa desculpa para uma conversa sobre o assunto (algumas adultas insistiram que a desculpa era esfarrapada…).
O filme foi melhor do que eu poderia imaginar mas mesmo assim poderia ir um pouco mais fundo no psicológico da personagem e o que talvez fosse mais interessante, no psicológico dos clientes, aí sim se transformaria num tratado. Serviu para minha conversa com o adolescente? Também menos do que esperava, mas acredito que deixou aberto o canal de comunicação. Sinais dos tempos?
O filme segue firme e já bateu 1 milhão de expectadores, o livro bateu os 300.000 exemplares, números para deixar editores e cineastas com inveja.
