Assunto: Ação



Plano de negócios para editoras: Universidade do livro

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Ontem dei minha aula no curso da Universidade do Livro - Unesp. Ensino Plano de Negócios. É claro que é impossível ensinar tal assunto em 3 horas, meu objetivo então foi demonstrar a importância de se ter um plano e buscar formas de conhecer o mercado e negócio, e, principalmente, fazer com que as pessoas das letras, não temam os números.

Não sou um Einstein e nem utilizo giz, mas é gratificante trocar experiência e passar um pouco do que se aprende batendo cabeça e estudando um bocado.

Vai que a moda pega no Brasil: sugestão para livrarias - vinho + livros

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Que tal Cultura, Saraiva, Vila, Travessa, Leitura, Curitiba e tantas outras livrarias brasileiras seguirem o exemplo da Berkelouw Books da Austrália que serve uma taça de vinho para seus clientes, querendo similar um ambiente caseiro. Combina ou não?

Aviso aos diretores do Sebrae, Banco do Brasil e Caixa: aqui existem livros mais sérios para os senhores patrocinar…

Chega a ser ridícula, se não quase impossível de acreditar a notícia dada na coluna da Mônica Bergamo de hoje. Mas estamos no Brasil e o tal do Agaciel Maia, sim, aquele mesmo dos escândalos no Senado, foi escolhido “personalidade do ano” do prêmio Mérito Empreendedor dado pela Federação das Associações Comerciais, Empresariais e Industriais do DF.

Prêmios fajutos existem aos montes. São alimentados pela vaidade humana, pela mania do homem de achar que os outros também os vêem como ele gostaria de se ver, ou de ser. Contra isso, não tenho nada, acho que quem vende o prêmio merece quem ganha e quem assiste, todos humanos de baixa qualidade.

O problema é que o tal livro, A história quem faz é você, é patrocinado pelo Sebrae, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, piada. Piada maior é o tio Sarney ter escrito sobre Agaciel, imagina o que o cara sabe…

Esses livros deveriam continuar árvores. Empreender com dinheiro público e ter lucro privado é crime, não mérito!

Parcerias com Gestores de Educação: Aula Nota 10 - Doug Lemov

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O livro Teach like a champion, do educador Doug Lemov vai se chamar Aula Nota 10 no Brasil. É uma co-edição entre a Da Boa Prosa, selo da Livros de Safra, também editora da Virgília, e a Fundação Lemann, entidade que faz um excelente trabalho na busca da sua missão de: Contribuir de forma relevante para modernizar a gestão dos sistemas públicos de ensino no Brasil, com o objetivo de melhorar o desempenho dos estudantes nas avaliações externas internacionais, aproximando-os dos alunos de países mais desenvolvidos (OCDE).

É resultado de pesquisas práticas do autor na busca das melhores maneiras de inspirar as crianças e conduzir uma aula que ele o nível do aprendizado e envolvimento. O livro chega muitíssimo bem traduzido, revisado e adaptado em outubro. Desde já é possível que secretarias de ensino e entidades públicas ou empresariais ligadas à educação e interessadas em adquirir lotes especiais, inclusive com possibilidade de inclusão de mensagens personalizadas, negociem conosco: 11 3081-2510 ou então pelo email: rogerio.gomide@livrosdesafra.com.br.
 

Ganhadores do Empreendedor ou Executivo!

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Se não eram muitos milhares de frases, eram alguns poucos ou muitas centenas de respostas para a promoção que fizemos aqui com o livro do Chico Britto, que esperávamos. Tivemos poucas centenas, número nada desprezível, ainda mais considerando que optamos por não gostar todos os milhões que havíamos reservado para investir em mídia.

Os cinco ganhadores, as cinco melhores respostas para a pergunta o que é melhor ser: Empreendedor ou Executivo? Por quê? são (optei por não fazer nenhuma censura politicamente correta):

1) Empreendedor - Rala tanto quanto, tem que obedecer mas não precisa chamar ninguém de chefe, e se der sorte, fica rico de verdade (Simone - Pernambuco)

2) Empreendedor - Desde que não caia no mesmo risco do executivo bem-sucedido padrão, ficar trancado no escritório ouvindo os elogios da equipe, o retorno é bem maior (Claudio - São Paulo)

3) Executivo - Já tentei empreender e dei com os burros n’água. Gato escaldado tem medo de água fria… (Gérson - São Paulo)

4) Empreendedor - Só quando o negócio é seu é possível fazer do jeito que se gosta e colocar a intensidade máxima (Antonio - Minas Gerais)

5) Executivo - O melhor negócio é correr o risco com o dinheiro dos outros e não ter que pagar bônus com o seu, só receber (Roberto - Rio de Janeiro)

Os vencedores já foram contatados e os livros devem chegar no máximo até o final da primeira semana de Agosto. Aguardem outras promoções.

Raul Rosenthal, autor da Virgília, faz promoção no twitter, participe!

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Você quer ganhar um livro Sonhar acordado? O Raul Rosenthal, autor está fazendo uma campanha no twitter dele: www.twitter.com/raulrosenthal dá uma olhada, lá tem a instrução de para onde mandar o email com o sonho e o que se está fazendo. Sim, o Raul é um entusiasta dos sonhos, para ele o grande combustível humano, discordas? Concordando ou discordando, o livro vale a pena!

11a. semana Folha, demita o Sarney!

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Hoje nosso intelectual-mor do Senado resolveu abordar os três poderes e acaba de forma “brilhante” que panela que muito se mexe, ou acaba sem gosto ou salgada, exatamente como o instituição que dirige, que não consegue encontrar seu rumo. E a Folha de S. Paulo insiste em mantê-lo na equipe de colaboradores. Folha, acorda, demita o Sarney!

Prêmio, atestado de qualidade?

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Alguns acreditam que um prêmio é no mínimo sinônimo de qualidade ou popularidade de algo? Eu já fui assim, mas já recebi convites para ser agraciado com prêmio, é claro, desde que comprasse uma mesa com preço de Fasano para jantar e companhia com preço de grupo Sérgio, lembram dele?

Questionei há pouco o prêmio dado ao Barack Obama, com boas intenções, mas precipitado, até o agraciado não sabia como se manifestar, aguardemos o discurso. Mas os discípulos de Alfred Nobel, da medalha aí acima, sempre dão suas escorregadas, não são os únicos, qualquer premiação é política, humana, sujeita a favorecimentos ou a “desracionalizações”.

O problema é que os prêmios abundam e hoje já existem muitos premiaos que até minha filha de 5 anos perceberia que não merece. Matéria de ontem do El País fala que apenas na Espanha existem 3.500 prêmios, literários, veja bem, literários. Quem ganhou o prêmio da Feira de Frankfurt deste ano foi o italiano Claudio Magris, um escritor que sustenta prêmios, capaz de erguê-lo e parar em pé, o que a maioria não o faz…

Para dar uma ótima relaxada

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Estava com o corpo acabado de tanto andar e resolvi dar uma relaxada. Se quiser um ótimo spa de relaxamento em Barcelona, eis o Silom, fica na Calle Valencia, pertinho do Passeo de Gracia.

Para quem é de São Paulo, uma Luiza Sato com “upgrande” no visual e também no uniforme para se colocar, só senti falta do missoshiro. A Tailândia bateu o Japão…

10a. semana: Folha: demita o Sarney!

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O frio de Frankfurt e a distância quase me fizeram esquecer da minha já cansada campanha. Folha: demita o Sarney!

Acabo de procurar na internet e ler o brilhante texto sobre mesticismo e religiosidade, mas o melhor mesmo do grande intelectual é o final, para esquecermos o empate com a Venezuela, gostaria de esquecer outras coisas do Brasil, mas ele e família não deixam. Otávio Frias Filho, quando é que vai acordar decidido a honrar a tradição do jornal e demitir o Sarney?

9a. semana: Folha, demita o Sarney!

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Hoje “mestre” Sarney faz um paralelo entre a Bela e a Fera, tenta mais uma vez creditar seu sustentáculo, presidente Lula, pelo sucesso, neste caso verdadeiro, da campanha pela Rio 2016. É claro que não comenta que os gastos da Fera já foram abertos e parecem razoáveis diante dos gastos da Bela, Rio de Janeiro, que gastou aproximadamente 10 vezes mais. Aliás, na mesma Folha, Fernando Meirelles declara que Lula é o maior ator do Brasil, capaz de ler algo rapidamente e depois interpretar maravilhosamente bem. Não tenho dúvidas disso, só gostaria de lembrar que da mesma Ribeirão Preto, de onde Meirelles elogiou Lula, os vereadores retiraram o nome do Sarney de um viaduto ou obra parecida, acharam que a biografia do homenageado não se sustentava. A Folha parece não se incomodar com ela… Folha, demita o Sarney!

Fica Sarney!

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Junte-se a mim na campanha Fica Sarney!

Veja se não tenho razão, se Sarney sair, o máximo é da presidência do Senado, duvido que teria a hombridade de renunciar e prestar o serviço de esclarecer alguns pontos e levar consigo apenas aqueles que como ele, já meteram de fato a mão na jaca.

Deixar a presidência do Senado é o caminho mais fácil e rápido para nada acontecer, tudo continuar como está, no ritmo que vem sendo tratado. Acredito que a FGV, eu estudei na de São Paulo, em geral mais séria que a Fundação e suas concessões no RJ, vai apresentar outro relatório dizendo o que fazer, sem dizer, porque nada vai mudar do jeito que precisava. Isso me lembra um jantar ontem, o pai de meu amigo é um dos mais bem sucedidos executivos do país, meu amigo falava sobre detalhes da casa, brinquei que divulgasse aquilo, a imagem do pai ficaria comprometida, era o típico exemplo de casa de ferreiro, espeto de pau. Não interessa que é alguém ocupado, é a casa dele…

E o Senado? Bem, o Senado é um reflexo do povo brasileiro. Sarney é aquilo, todos os outros senadores são aquilo, quem não for, sim, que saia, deixe os iguais lá. Tirar o Sarney agora é fingir que vai se moralizar. É fingir que algo está sendo feito. Prefiro então que lá fique, pelo menos, não terá tempo para escrever mais nenhuma obra. A cultura brasileira agradece a política. Toneladas de papel poderão continuar árvores, melhores que a criação deste brasileiro acostumado a clamar por brasileiras e brasileiros apenas no início de seus formais discursos.

Deixa o Sarney no Senado, assim ele nos lembra quem somos e não escreve mais nada!

Livros tóxicos! Você sabe do que se trata?

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Não, não é nada disso, não é a esse tipo de droga que o pessoal se refere ao falar sobre Livros Tóxicos. Não sei a posição deles sobre drogas, mas sei que criticam bastante a utilização de conteúdo apenas ligado ao “mainstream” no ensino de economia das universidades.

Para eles, tóxico é o conteúdo neoclássico de qual FHC foi tão acusado pelo PT, depois outro seguidor convicto da teoria. A idéia do professor Edward Fullbrook, da universidade West of England, é olhar para todos os lados quando se pensa em economia e não apenas nas soluções tradicionais que tiveram nessa última crise, sua contestação mais direta.

É uma discussão econômica técnica e importante. Debates entre correntes ideológicas podem sim acrescentar um pouco de brilho e criatividade às soluções, mas se incluídos representantes das mais diversas classes e interesses, poderiam representar um amadurecimento e uma aproximação com os valores principais de uma fatia mais representativa de toda a população do que a que vem sendo privilegiada há tempos.

Se quiser conhecer mais sobre o assunto, deixo a indicação do Caderno Eu & Fim de Semana do Valor Econômico de ontem, ou então, o site do ensaio Toxic Textbooks, clique aqui:

Onde estavam que não foram ouvir Milton Hatoum?

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Na grande São Paulo somos quase 20 milhões de pessoas, mas não mais do que 40 delas foram até a Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim ontem às 19:30 ouvir o que o autor Milton Hatoum tinha a dizer sobre seus livros e seu trabalho.

É triste observar tamanho desinteresse diante de um dos maiores escritores da língua portuguesa contemporânea. Sim há o trânsito, sim o horário, sim a temperatura, sim um monte de outras coisas, mas principalmente sim para o comodismo e a pobreza cultural. Quantos milhões assistiam nessa hora as novelas e os noticiários de segunda linha? Quantos viviam suas vidas mais insossas que o mais insosso dos personagens, a maioria sem a coragem de ruptura?

Eu não me arrependi!

Clubes de leitura: por que você não começa um?

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Também no Globo de hoje há uma matéria sobre os clubes de leitura. Essa é uma idéia que gosto muito. É incrível como alguém como a Oprah Winfrey obteve sucesso e fez disso um negócio, misturando alguns livros sérios com assuntos que deixaram até mesmo o Silvio Santos com uma pulga atrás da orelha em seus programas.

O sucesso do livro A sociedade literária e a torta de casca de batata tem estimulado clubes mundo afora. A reportagem mostra alguns do RJ. Eis algo interessante para juntar pessoas diferentes mas com algo em comum e trocar idéias. Tenho algumas idéias sobre clubes, qualquer dia desses coloco em prática, mas em relação a leitura, acredito que mesmo os grupos cariocas que lêem Paulo Coelho correm o risco de se desgarrar e passar por algo melhor e mais sério.

Não, não venha defender o Paulo Coelho e dizer que até mesmo Bill Clinton é seu fã, pois é, é isso mesmo, por melhor que Clinton seja em comparação a Bush e outros, ainda não deixa de ser um caipirão de Arkansas que atingiu o estágio global que atingiu apenas por ser o líder do país líder, o chefe das compras. E no mundo das compras, o que vale mesmo é comprar, consumir, e quanto mais leve for, melhor, incomoda menos, faz menos pensar. Minha idéia é de clube de leitura é um pouco mais densa do que isso, se quiser, me avise. Penso em algo como: livros que mostram o homem como ele de fato é…

Copyright, blogs e internet

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 © da foto Rudy Trindade

Um visitante deste blog achou uma foto sua sem identificação de fonte e com toda razão protestou. Sou um defensor do trabalho autoral, confesso que busco imagens na rede, agrego meus textos, comentários e visões, e jogo de volto na rede. Para mim, as imagens servem como uma moldura, o principal são os textos, mas são molduras que muitas vezes complementam ou embelezam o texto.

Nesse mundo virtual é tudo um tanto confuso, como não faço receita com esse blog, não imagino estar infringindo tão gravemente nenhum direito de pessoa. Passo a tomar mais cuidado e a declarar a autoria da foto quando tiver, como está no padrão acima, e quando não a tiver e aparecer o autor, incluir ou retirar, conforme preferência do mesmo.

Valeu Rudy!, a foto acima e também a do post de 2008 já estão corrigidas.

Para os alunos, diretoria, comunidade FAAP e entorno

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Este assunto parece quente. Provoca várias reações e acho que é sério e importante. Reproduzo abaixo a carta que a autora, Wanderleia Farias, incluiu como comentário no post de ontem, acho que vale a leitura por todos os interessados. Está mais do que na hora da Instituição se manifestar, e a Instituição é o todo, alunos, professores, diretoria, comunidade externa que dela participa e interage.

Como disse, esse blog está aberto para carregar os fatos e as opiniões, o objetivo dele é falar de livros e de cultura, dois assuntos envolvidos nessa questão e que se beneficiarão com a apuração justa e correta deles:

CARTA ABERTA À IMPRENSA E À SOCIEDADEHá cerca de dois anos iniciei, despretensiosamente, uma séria pesquisa jornalística que me levou a tomar conhecimento de uma quantidade enorme de irregularidades praticadas pela direção da FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, com a complacência da Curadoria das Fundações, órgão integrante do Ministério Público de São Paulo. Por iniciativa pessoal, decidi trazer o assunto a público através do livro intitulado FAAP - Honestidade por Aproximação, lançado no dia 11 de maio último, na Livraria da Vila, retratando a verdadeira história da fundação criada em 1947 por disposição de última vontade do Conde Armando Álvares Penteado.As informações contidas na obra foram obtidas junto a órgãos oficiais da Justiça, museus, bibliotecas públicas, arquivos de jornais e revistas e diversos sites da Internet, além de várias entrevistas, das quais destaco aquelas conduzidas junto a um ex-interventor da FAAP, um ex-vice Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo e um representante da Associação Viva Pacaembu.

continua …

Para ir com o filho e depois, continuar próximo

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Ontem fui com meu filho de 11 anos assistir a Speed Racer. Tinha uma lembrança positiva do desenho que permeou minha infância, não lembrava detalhes, hoje correndo pela manhã, lembrei todinha a música que me foi ensinada para decorar as preposições (a, ante, até, após….). Meu filho nunca tinha ouvido falar até ser atingido pela intensa campanha do filme.

Nessas horas me policio para não ser um adulto educador chato. Mas a maturidade de 42 anos tolhe um pouco da criança que ainda existe dentro de mim, vá lá, talvez essa criança seja um pouco mais singela e emocional do que tecnológica. O filme tem muita cor, uma mistura de realidade e ficção, como li numa crítica hoje, reflexo do mundo em que vivemos. Meu filho gostou, eu saí de lá convencido que não adianta lutar contra o poder da indústria “cultural” americana. Eles tem cores, música, efeitos especiais a seu favor, eu, além de carregar o ônus de ser pai e ter que educar tenho menos efeitos especiais a apresentar. Também me convenci que o negócio é deixar que o impacto dos valores de uma cultura muito distante do que eu acho ideal aconteça agora e depois eu tento dar uma dose de realidade. Ou seja, mais uma vez me vi no papel de “separar” o meu filho de algo que lhe parece natural. Será que conseguirei? Tenho dois adversários muito poderosos, nem sei quem é mais, a mãe, ou a indústria de Hollywood…