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	<title>Editora Virgília - Sobre Livros e Cultura</title>
	<link>http://www.virgilia.com.br</link>
	<description>Livros, cultura, vida inteligente</description>
	<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:48:26 +0000</pubDate>
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		<title>Vai que a moda pega no Brasil: sugestão para livrarias - vinho + livros</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ação]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
Que tal Cultura, Saraiva, Vila, Travessa, Leitura, Curitiba e tantas outras livrarias brasileiras seguirem o exemplo da Berkelouw Books da Austrália que serve uma taça de vinho para seus clientes, querendo similar um ambiente caseiro. Combina ou não?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/09/winebooks.jpg" alt="winebooks.jpg" /></p>
<p>Que tal Cultura, Saraiva, Vila, Travessa, Leitura, Curitiba e tantas outras livrarias brasileiras seguirem o exemplo da Berkelouw Books da Austrália que serve uma taça de vinho para seus clientes, querendo similar um ambiente caseiro. Combina ou não?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Que tal um anel de livros ao invés de diamantes?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[  
As moçoilas mais intelectuais podem definitivamente olhar com desdém para os anéis de brilhantes e diamantes. Agora elas poderão saciar a fome de cultura e conhecimento com um dos anéis criados pela artista Jeremy May. Para os pretendentes deste tipo, uma economia e tanto, não sei o preço deles, mas devem ficar muito abaixo das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/anel-de-livro.thumbnail.jpg" alt="anel-de-livro.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/aneis-2.thumbnail.jpg" alt="aneis-2.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/aneis-3.thumbnail.jpg" alt="aneis-3.jpg" /></p>
<p>As moçoilas mais intelectuais podem definitivamente olhar com desdém para os anéis de brilhantes e diamantes. Agora elas poderão saciar a fome de cultura e conhecimento com um dos anéis criados pela artista Jeremy May. Para os pretendentes deste tipo, uma economia e tanto, não sei o preço deles, mas devem ficar muito abaixo das teóricas jóias que embutem margens assustadoras, se bem que&#8230; Ou seja, comprar livro como encalhe e vender como semi-jóia deve ser também um ótimo negócio.</p>
<p>Faz também pingentes e outros objetos. Dá uma busca na internet que você acha.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tipos de escritores, segundo Cony!</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Cony disse na Folha e o PublishNews reproduziu:
Sempre ouvi dizer que há duas maneiras de ser escritor. A primeira, a mais tradicional, é a do refúgio na chamada torre de marfim, em que o autor se isola para não se promiscuir com o mercado. A segunda considera o livro como um elo entre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/conyeuaospedacos.thumbnail.jpg" alt="conyeuaospedacos.jpg" /></p>
<p>O Cony disse na <em>Folha</em> e o <em>PublishNews</em> reproduziu:</p>
<p style="line-height: 12pt; margin: 6pt 0cm 3.75pt"><span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; color: black; font-size: 8.5pt">Sempre ouvi dizer que há duas maneiras de ser escritor. A primeira, a mais tradicional, é a do refúgio na chamada torre de marfim, em que o autor se isola para não se promiscuir com o mercado. A segunda considera o livro como um elo entre o autor e o leitor, não diviniza nem demoniza a praxe, aceita a regra do jogo e dá o seu recado. Há gênios e imbecis nas duas categorias. Como gênio é coisa rara, e discutível, quem não é gênio precisa pagar o mico e se submeter à sua circunstância. Por tudo isso, salve as bienais, principalmente as anuais.</span></p>
<p>Concordo com ele, que as feiras continuem a existir e que os gênios e os imbecis existem nos dois grupos, e esses últimos, em escala muito maior. Mas isso não é nenhum privilégio da literatura, um retrato do país, na verdade, da humanidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A mediocridade salva?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 02:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Assisti Piscina (sem água) indicação, se não me engano, do Pondé em sua coluna da segunda. Gostei bastante, a interpretação de Ester Laccava ficou acima do grupo, mulheres melhores que homens, e gostei mais do que minha mulher, talvez porque tenha ido já com o briefing, para questionar alguns pontos.
Uma pessoa se destaca de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/piscinasemagua.thumbnail.jpg" alt="piscinasemagua.jpg" /></p>
<p>Assisti Piscina (sem água) indicação, se não me engano, do Pondé em sua coluna da segunda. Gostei bastante, a interpretação de Ester Laccava ficou acima do grupo, mulheres melhores que homens, e gostei mais do que minha mulher, talvez porque tenha ido já com o briefing, para questionar alguns pontos.</p>
<p>Uma pessoa se destaca de um grupo e só ela atinge a fama e o reconhecimento. Os outros são obrigados a se conformar com sua mediocridade, não sem antes sofrer, praguejar e fantasiar justiça. A vida não é justa, nem sempre os mais talentosos chegam, principalmente se além da sorte, não tiverem uma excessiva persistência e, em alguns casos, até mesmo a disposição de dançar algumas músicas que não gostam, até beirando os limites. Se ultrapassarem, chegam, mas carregam um peso excessivo.</p>
<p>A peça não alivia, é meio agressiva com o expectador, o que é bom. Mas também deve ser a razão para vários lugares vazios, os tais medíocres (não estou me excluindo, inclusive fui em busca da resposta), logicamente a maioria, preferem o riso fácil e até mesmo ridículo desde que não se aproxime. Enfrentar a realidade é para poucos, suportá-la, para pouquíssimos! Mas como dizem os amigos que ficaram na peça, ouvir a verdade muitas vezes alivia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A beleza das rugas</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 20:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há uma bela reportagem com Ferreira Gullar hoje na Serafina. Texto de Humberto Werneck. Vale ler, quem não está em São Paulo, acho que a revista circula apenas por aqui, pode recorrer à internet ou então aos amigos, o belo ensaio do fotógrafo Murillo Meirelles não se encontra na versão da net e merece ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/serafinagullar-jpg.thumbnail.gif" alt="serafinagullar-jpg.gif" /></p>
<p>Há uma bela reportagem com Ferreira Gullar hoje na <em>Serafina</em>. Texto de Humberto Werneck. Vale ler, quem não está em São Paulo, acho que a revista circula apenas por aqui, pode recorrer à internet ou então aos amigos, o belo ensaio do fotógrafo Murillo Meirelles não se encontra na versão da net e merece ser visto no formatão da revista.</p>
<p>Gullar faz 80 anos no próximo dia 10 de setembro, cada vez mais admiro sua postura, mesmo apelando para as frases de auto-ajuda: eu não quero ter razão, quer ser feliz.</p>
<p>A capa da <em>Serafina</em> é para mim um dos sinais da beleza vivência e da experiência, uma estética da vida. Cada ruga, cada veia, cada pedaço de pele flácida da mão de Gullar deixa claro que a vida, a dele teve momentos dos mais complexos, vale ser vivida e precisa ser aproveitada. Não perca!</p>
<p>Eis um poema do novo livro, <em>Em alguma parte alguma</em>:<br />
Duplo<br />
Foi-se formando<br />
a meu lado<br />
um outro<br />
que é mais Gullar do que eu</p>
<p>que se apossou do que vi<br />
do que fiz<br />
do que era meu</p>
<p>e pelo país<br />
flutua<br />
livre da morte<br />
e do morto</p>
<p>pelas ruas da cidade<br />
vejo-o passar<br />
com meu rosto</p>
<p>mas sem o peso<br />
do corpo<br />
que sou eu<br />
culpado e pouco</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Slow reading: não é movimento pró-leitura, é pró-humanidade</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 19:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O Sabático de ontem traduz uma ótima matéria de Patrick Kingsley do The Guardian sobre o Slow Reading. Na verdade, vai muito além de ser um movimento que defende a leitura sem pressa ou algo assim, é sobre garantir nossa capacidade de entendimento. Se você está lendo este blog agora corre o risco de estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/slowreadingcov_ss.thumbnail.jpg" alt="slowreadingcov_ss.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/shallows.thumbnail.jpg" alt="shallows.jpg" /></p>
<p>O Sabático de ontem traduz uma ótima matéria de Patrick Kingsley do <em>The Guardian</em> sobre o Slow Reading. Na verdade, vai muito além de ser um movimento que defende a leitura sem pressa ou algo assim, é sobre garantir nossa capacidade de entendimento. Se você está lendo este blog agora corre o risco de estar diminuindo sua interação com o mundo, ao invés de estar aumentando. Há anos, dificilmente saberia que eu existo e quais são minhas idéias, restava-lhe então fontes mais seletivas, porque custavam mais caro, havia um mínimo de seleção (era mínima mesmo, desde o início se publica muita porcaria, seja em jornais, revistas ou livros).</p>
<p>Mas como começa Kingsley, seu artigo tem 10.841 caracteres (versão em inglês, publicada no dia 15 de julho, talvez o mais adequado seja falar em slow translation&#8230;), quem o lê na versão impressa deve ler aproximadamente 5.420 caracteres, a metade, mas quem lê on line, deve passar apenas por 2.100 caracteres. Por que? Porque o mundo digital é amplo, mundo vasto mundo, incontrolável e desfocado. Quem entra nele e fica apenas nele corre o risco da superficialidade.</p>
<p>Não estou aqui fazendo uma defesa de editor, sim, vivo disso e gostaria de continuar vivendo, mas defendo a minha convivência com seres humanos minimamente interessantes, pessoas com quem dê vontade deixar o comodismo da interação online e me empolguem a dividir uma garrafa de vinho e algumas horas, nem que seja para repetir o que foi dito no último encontro. Afinal, as pessoas que mais gostamos não falam quase sempre a mesma coisa? Quem não encontra o colega de faculdade e não se vê ouvindo e falando aquele mesmo e velho assunto, o pior, na verdade o melhor, é que, com a mesma empolgação inicial, próxima à empolgação do vivido naquele tempo, isso é humano, gente com gente.</p>
<p>Nicholas Carr defende que as palavras do escritor atuam como catalisador na mente do leitor, mas para chegar a isso, precisa ser escritor, ter alguma formação, alguma vivência, algum talento. O risco que corremos é ficarmos seguindo alguns com pouco ou quase nada a dizer, apenas esboços dos personagens que idealizaram para si num mundo de celebridades e instantâneos. Ler é ruminar o mundo que se cria entre o autor e o leitor, pode até ser digital, vai depender da preferência ou da disponibilidade, mas tomara que não fiquemos apenas restritos aos blogs, twitters, facebooks e seus substitutos. Prefiro ler um bom livro, prefiro uma tela de cinema, o escuro de uma sala de teatro, a dimensão arquitetônica de um museu e de preferência alguém com quem valha a pena compartilhar ou discutir tudo isso. Eu não quero conversar com quem não lê&#8230;</p>
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		<title>Uma ilha num oceano</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 16:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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Vale ler na coluna de Mônica Bergamo da Folha de hoje o perfil de Muricy Ramalho. Não é sempre que se diz não para um sonho e se consegue manter a integridade e o respeito como ele fez. Fala do pai (link com o livro do Castello), do Poy e passa para uma sociedade tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/muricy1.thumbnail.jpg" alt="muricy1.jpg" /></p>
<p>Vale ler na coluna de Mônica Bergamo da <em>Folha</em> de hoje o perfil de Muricy Ramalho. Não é sempre que se diz não para um sonho e se consegue manter a integridade e o respeito como ele fez. Fala do pai (link com o livro do Castello), do Poy e passa para uma sociedade tão leve e mutante de valores e significados algo mais antigo. Aumenta a pressão sobre si e dá um exemplo de que é difícil, mas talvez possível ser uma ilha de dignidade num oceano poluído, como é o do futebol, aliás, o futebol está hoje para o golfo onde a BP deixou escapar seu petrolinho&#8230; Hoje contra o Fluminense, não vou torcer para o São Paulo, mesmo porque, muita coisa precisa mudar lá e não adianta ficar tapando o sol com a peneira!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nós olhos dos outros é refresco</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2010/08/29/nos-olhos-dos-outros-e-refresco/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 15:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Indicação sem ler]]></category>

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		<description><![CDATA[
O jornalista Daniel Piza lança esta semana seu novo livro. Abandona temporariamente o estilingue e se coloca como vidraça, daquelas de arquitetura contemporânea, grande, com muito vidro. Noites urbanas foi criticado pela Folha de S. Paulo, não li para afirmar que foi sem base no livro e sim na pessoa, como parece afirmar a pessoa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/noitesurbanas.thumbnail.jpg" alt="noitesurbanas.jpg" /></p>
<p>O jornalista Daniel Piza lança esta semana seu novo livro. Abandona temporariamente o estilingue e se coloca como vidraça, daquelas de arquitetura contemporânea, grande, com muito vidro. <em>Noites urbanas</em> foi criticado pela <em>Folha de S. Paulo</em>, não li para afirmar que foi sem base no livro e sim na pessoa, como parece afirmar a pessoa. Piza é feroz em sua coluna, tem não só o direito, mas também o dever. Mas Piza é também humano, o que no interesse desse post, quer dizer vaidoso, e parece lidar mal com a crítica. Na minha opinião deveria aguentar calado, não o fez, utilizou o espaço da sua coluna para atacar, um ataque leve, mesmo assim um ataque defensivo, não deixou os leitores julgarem, como o faz quando é o estilingue em várias obras que aborda no <em>Estadão</em>. <em>Noites urbanas</em> será lançado na Vila da Lorena esta semana.</p>
<p>É duro ser coerente, ainda mais quando, e quase sempre, se quer também ser o outro, do lado de lá&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pai é coisa séria</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2010/08/29/pai-e-coisa-seria/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 15:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros que entraram na minha biblioteca]]></category>

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		<description><![CDATA[
Acompanho todo sábado a coluna do José Castello em O Globo, gosto da sua visão e dos caminhos que percorre na literatura. Desde que vi matéria há um mês sobre seu novo livro, me interessei. Ele demorou para chegar. Castello teve uma relação complexa com seu pai, exclusividade dele?, e escreveu agora, também influenciado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2010/08/ribamar.thumbnail.jpg" alt="ribamar.jpg" /></p>
<p>Acompanho todo sábado a coluna do José Castello em <em>O Globo</em>, gosto da sua visão e dos caminhos que percorre na literatura. Desde que vi matéria há um mês sobre seu novo livro, me interessei. Ele demorou para chegar. Castello teve uma relação complexa com seu pai, exclusividade dele?, e escreveu agora, também influenciado por Kafka, um livro sobre essa relação. Ainda não li nada, só as críticas, já sei que mistura vários gêneros.</p>
<p>Eis um assunto de formação, adote ou prefira qual linha você quiser&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aviso aos diretores do Sebrae, Banco do Brasil e Caixa: aqui existem livros mais sérios para os senhores patrocinar&#8230;</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2010/08/28/aviso-aos-diretores-do-sebrae-banco-do-brasil-e-caixa-aqui-existem-livros-mais-serios-para-os-senhores-patrocinar/</link>
		<comments>http://www.virgilia.com.br/2010/08/28/aviso-aos-diretores-do-sebrae-banco-do-brasil-e-caixa-aqui-existem-livros-mais-serios-para-os-senhores-patrocinar/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 23:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ação]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Chega a ser ridícula, se não quase impossível de acreditar a notícia dada na coluna da Mônica Bergamo de hoje. Mas estamos no Brasil e o tal do Agaciel Maia, sim, aquele mesmo dos escândalos no Senado, foi escolhido &#8220;personalidade do ano&#8221; do prêmio Mérito Empreendedor dado pela Federação das Associações Comerciais, Empresariais e Industriais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chega a ser ridícula, se não quase impossível de acreditar a notícia dada na coluna da Mônica Bergamo de hoje. Mas estamos no Brasil e o tal do Agaciel Maia, sim, aquele mesmo dos escândalos no Senado, foi escolhido &#8220;personalidade do ano&#8221; do prêmio Mérito Empreendedor dado pela Federação das Associações Comerciais, Empresariais e Industriais do DF.</p>
<p>Prêmios fajutos existem aos montes. São alimentados pela vaidade humana, pela mania do homem de achar que os outros também os vêem como ele gostaria de se ver, ou de ser. Contra isso, não tenho nada, acho que quem vende o prêmio merece quem ganha e quem assiste, todos humanos de baixa qualidade.</p>
<p>O problema é que o tal livro, <em>A história quem faz é você</em>, é patrocinado pelo Sebrae, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, piada. Piada maior é o tio Sarney ter escrito sobre Agaciel, imagina o que o cara sabe&#8230;</p>
<p>Esses livros deveriam continuar árvores. Empreender com dinheiro público e ter lucro privado é crime, não mérito!</p>
]]></content:encoded>
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