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	<title>Editora Virgília - Sobre Livros e Cultura</title>
	<link>http://www.virgilia.com.br</link>
	<description>Livros, cultura, vida inteligente</description>
	<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:39:22 +0000</pubDate>
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		<title>Gatos sortudos da Da Boa Prosa vira best-seller e esgota primeira edição em 1 semana</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[
O último lançamento do ano da Livros de Safra, por meio do selo Da Boa Prosa, rapidamente se transformou num sucesso, entrando na lista dos mais vendidos da Livraria Cultura que apostou desde o início no produto. Acreditamos que Gatos sortudos só não entrou nas outras listas porque os 400 exemplares vendidos no lançamento não são contabilizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/12/gatos-sortudos.jpg" alt="gatos-sortudos.jpg" /></p>
<p>O último lançamento do ano da Livros de Safra, por meio do selo Da Boa Prosa, rapidamente se transformou num sucesso, entrando na lista dos mais vendidos da Livraria Cultura que apostou desde o início no produto. Acreditamos que Gatos sortudos só não entrou nas outras listas porque os 400 exemplares vendidos no lançamento não são contabilizados para as listas e depois, a primeira edição, de 5.000 exemplares, esgotou-se em 1 semana, ficando as livrarias um tanto desabastecidas, o que já pode ser corrigido com a segunda edição que chegou antes do natal.</p>
<p>O livro das jornalistas e ongueiras do Adote um Gatinho, Juliana Bussab e Susan Yamamoto apresenta histórias emocionantes e educativas de bichos resgatados. Emocionantes porque exploram a relação homem animal em pontos profundos, educativas porque em cada uma delas um mito da vida dos gatos é desmistificado. Se você gosta de bichos, vale conferir, se ama gatos, não pode perder. Para saber mais ou comprar, basta clicar nos links abaixo:</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.livrosdesafra.com.br/2011/12/08/gatos-sortudos/">Livros de Safra</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=gatos+sortudos&amp;tipo_pesq=&amp;tipo_pesq_new_value=false&amp;tkn=0">Livraria Cultura</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ORDEMN2=E&amp;ESTRUTN1=&amp;PALAVRASN1=GATOS SORTUDOS">Livraria Saraiva</a></p>
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		<title>Adriana Conti Melo participará de coletiva na Galeria Ímpar</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 20:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Adriana Conti Melo, artista plástica e também sócia da Livros de Safra, sucessora deste blog, se prepara para sua primeira exposição individual no início de 2011, enquanto isso aquece as paredes da Galeria Ímpar, a partir de 14/11 e também terá suas obras representadas pela mesma galeria na Feira Parte, a partir de 17/11. Dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img height="500" width="500" src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/11/primeira-coletiva-da-dri-na-impar.jpg" alt="primeira-coletiva-da-dri-na-impar.jpg" /></p>
<p>Adriana Conti Melo, artista plástica e também sócia da Livros de Safra, sucessora deste blog, se prepara para sua primeira exposição individual no início de 2011, enquanto isso aquece as paredes da Galeria Ímpar, a partir de 14/11 e também terá suas obras representadas pela mesma galeria na Feira Parte, a partir de 17/11. Dois eventos paralelos que vale a pena serem conferidos, assumindo é claro toda a parcialidade da indicação&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Livro Eu não sei ter, de Marcelo Candido, virará peça de teatro!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 20:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
O livro Eu não sei ter (Virgiliae, sucessora deste blog) de Marcelo Candido está sendo adaptado para o teatro pelo cineasta Alexandre Ingrevallo. A revista Hola Brasil deu a nota acima. O projeto só chega ao palco em 2012, mas o trabalho já está acelerado.
Quando maiores detalhes estiverem disponíveis, aqui serão postados. Eu não sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/11/eu-nao-sei-ter-no-teatro.jpg" title="eu-nao-sei-ter-no-teatro.jpg"></a></p>
<p><img height="700" width="508" src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/11/eu-nao-sei-ter-no-teatro.jpg" alt="eu-nao-sei-ter-no-teatro.jpg" /> </p>
<p>O livro Eu não sei ter (Virgiliae, sucessora deste blog) de Marcelo Candido está sendo adaptado para o teatro pelo cineasta Alexandre Ingrevallo. A revista Hola Brasil deu a nota acima. O projeto só chega ao palco em 2012, mas o trabalho já está acelerado.</p>
<p>Quando maiores detalhes estiverem disponíveis, aqui serão postados. Eu não sei ter narra a história de Justiniano um homem de 40 e poucos anos disposto a revisitar sua trajetória, principalmente a pessoal, e a amizade com um amigo que se encontra numa situação bastante complicada.</p>
<p>Se você quiser saber mais ou comprar o livro, <a href="http://www.livrosdesafra.com.br/2011/06/20/eu-nao-sei-ter/">clique aqui. </a></p>
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		<title>Sebos, lugar de gente interessante, para alguns, esquisita&#8230;</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2011/11/08/sebos-lugar-de-gente-interessante-alguns-podem-achar-esquisitas/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 11:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Quem nunca se perdeu num sebo não sabe o que está perdendo, utilizar o Google para buscas é sempre algo imediato e possível de incluir em alguns cliques um mundo geográfico imenso, mas um sebo não fica atrás, não tem a praticidade, mas quase sempre tem um interessante exemplar da espécie a nos ajudar, indicar direções e similaridades. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"> <img height="727" width="655" src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/11/sebos-artigo-do-livronauta.jpg" alt="sebos-artigo-do-livronauta.jpg" style="width: 518px; height: 633px" /></span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Quem nunca se perdeu num sebo não sabe o que está perdendo, utilizar o Google para buscas é sempre algo imediato e possível de incluir em alguns cliques um mundo geográfico imenso, mas um sebo não fica atrás, não tem a praticidade, mas quase sempre tem um interessante exemplar da espécie a nos ajudar, indicar direções e similaridades. O acaso acontece no Google, mas uma acaso com sabor de história acontece num sebo. Para os tecnólogos do presente, os trabalhadores e amantes dos sebos podem parecer esquisitos, mas se você não está acostumado, reserve uma manhã de sábado e se perca numa parte da produção intelectual do mundo, com certeza algum livro vai te <em>chamar</em>. Talvez você até ache que esquisito seja mesmo só se relacionar com bytes&#8230;</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">O André Ferreira do Livronauta pediu a colaboração deste blog para divulgar o que fazem, e foi prontamente atendido. Alfarrabistas são amantes da continuidade, ajudam a levar histórias de uns para outros, ensinam que muitos podem compartilhar o amor exclusivo e único e depois, passar a outros, que nunca viram. Um sebo é um dos lugares mais interessantes para se despender uma manhã. Veja abaixo o artigo produzido pelo Alejandro Rubio.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"><strong>Sebos</strong> </span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Segundo a Wikipédia, “Sebo” ou</span><a href="http://www.livronauta.com.br/"><font color="#000080"><font face="Times New Roman"> “</font><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'">Alfarrabista</span></font></a><span style="color: black"><font face="Times New Roman">” </font></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">é o nome popular dado a livrarias que compram, vendem e trocam</span><a href="http://www.livronauta.com.br/"><font color="#000080"><font face="Times New Roman"> </font><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'">livros usados</span></font></a><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">. Segundo meu pai, era o único lugar onde ele podia buscar a leitura para cada dia, onde se achava nas mesas de ofertas livros baratos, e onde depois se podia reciclar parte da biblioteca fazendo um bom dinheiro. Para minha mãe era a ocasião perfeita para achar aquele livro que era um drama romântico, que o meu pai pedia que eu o escondesse para ela parar de chorar. Para os meus amigos, era o lugar perfeito para a caça ao tesouro&#8230;.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"></span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Lembro bem da ocasião em que junto com Enrique, saímos de bicicleta e fomos ver revistas no Sebo e achamos embaixo de uma pilha, uma quantia de dinheiro. Ficamos congelados&#8230;..Nunca tínhamos visto tanto dinheiro assim. Nossa consciência nos dizia que esse dinheiro não era nosso, nossa cobiça dizia que essa pilha de gibis poderia ser lida, mesmo não tendo a grana. Repare que em nossa mente infantil, o dinheiro não valia nada, mais a possibilidade de ter livros e revistas para ler sim!</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"> </span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Voltamos dois dias depois e o dinheiro continuava por lá, aguardando seu dono. Na nossa inocência de nove anos de idade, perguntamos ao dono : &#8220;O senhor nunca guarda dinheiro entre os livros?&#8221;, ele respondeu que nem louco faria isso, qualquer cliente poderia achar. &#8220;Nunca perdeu dinheiro aqui na loja?&#8221;, ele nem sequer nos respondeu e continuou com sua tarefa.<o:p></o:p></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">O que fazer? Depois de pensar vários dias, decidimos que a melhor coisa que podíamos fazer era pegar o dinheiro e gastá-lo todo em gibis e livros. Venho então um dos períodos de maior felicidade da minha infância. O dinheiro ainda estava lá, e deu para comprar uns 50 gibis e 10 livros para cada um dos sócios. Graças a Deus o dono da</span><a href="http://www.livronauta.com.br/"><font color="#000080"><font face="Times New Roman"> </font><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'">livraria</span></font></a><span style="color: black"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">não fez perguntas, assim, nem precisamos mentir. Já tínhamos tarefa para essas férias escolares: LER!</span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"><o:p></o:p></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Uma vez que li todo meu acervo, o troquei com Enrique. Dias depois, esgotada a leitura, decidimos voltar até o </span><a href="http://www.livronauta.com.br/"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'"><font color="#000080">sebo</font></span></a><span style="color: black"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">para fazer uma troca. Entreguei 50 gibis e 10 livros e fiquei com 20 gibis, desta vez de super-heróis. Continuamos com nossa tarefa enfadonha e no fim das férias, quando conseguimos colocar toda a leitura em dia, devolvemos todos os gibis e livros, não ficando com qualquer um e ainda entregando vários que tínhamos em casa. No fim das contas, o livreiro ficou satisfeito e nunca soube da nossa malandragem juvenil. Assim, nossa consciência ficou aliviada e acreditamos ter participado do final tipo mocinho da historia.<o:p></o:p></span><span style="color: black"><br />
</span><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt"> </span></strong><strong><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Sobre o autor:</span></strong><span style="color: black"><br />
</span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Alejandro Rubio, dono da</span><a href="http://www.livronet.com.br/"><font color="#000080"><font face="Times New Roman"> </font><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'">Livraria Osório</span></font></a><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">, faz parte do </span><a href="http://www.livronauta.com.br/"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'"><font color="#000080">Portal de Sebos</font></span></a><span style="color: black"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; color: black; font-size: 10pt">Livronauta.<o:p></o:p></span></p>
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		</item>
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		<title>Guia da Folha classifica Eu não sei ter como ótimo</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2011/10/03/guia-da-folha-classifica-eu-nao-sei-ter-como-otimo/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 03:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Guia de livros da Folha desta semana destacou entre outros títulos o livro Eu não sei ter de Marcelo Candido, o editor da Virgília e da Livros de Safra. A classificação dada ao livro foi de Ótimo e no texto diz que Candido trabalha com rara eficácia num terreno literário onde se destacam nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/10/dbp_enst_guia_folha_30_09_11.jpg" title="dbp_enst_guia_folha_30_09_11.jpg"><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/10/dbp_enst_guia_folha_30_09_11.jpg" alt="dbp_enst_guia_folha_30_09_11.jpg" /></a></p>
<p>O Guia de livros da Folha desta semana destacou entre outros títulos o livro Eu não sei ter de Marcelo Candido, o editor da Virgília e da Livros de Safra. A classificação dada ao livro foi de Ótimo e no texto diz que Candido trabalha com rara eficácia num terreno literário onde se destacam nomes como, nada menos, Philip Roth (na capa do Guia por seus novos livros brasileiros, Nêmesis e Zuckerman acorrentado) e Ian McEwan.</p>
<p>Se você quiser saber mais sobre o livro visite o site da Livros de Safra, <a href="http://http://www.livrosdesafra.com.br/2011/06/20/eu-nao-sei-ter/">clicando aqui</a>, ou então a página do livro no Facebook, <a href="http://pt-br.facebook.com/pages/Eu-n%C3%A3o-sei-ter/260161494009119">clicando aqui</a>.</p>
<p>Vale a pena acompanhar as reflexões de Justiniano sobre os limites da amizade e questionar o quanto a fidelidade é um conceito prático.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eu nao sei ter (Eu não sei ter), primeiro romance do editor da Virgília</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2011/07/04/eu-nao-sei-ter-eu-nao-sei-ter-primeiro-romance-do-editor-da-virgilia/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 02:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Indicação de leitura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu, editor da Vírgilia, Marcelo Melo, estou lançando meu primeiro romance, Eu não sei ter. O livro sai pelo selo Virgiliae, da Livros de Safra, uma espécie de sucessora da Virgília, a versão independente do meu trabalho, numa etapa pós parceria com a Saraiva.
Decidi assinar ficção como Marcelo Candido (meu sobrenome do meio), para conseguir independência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.livrosdesafra.com.br/2011/06/20/eu-nao-sei-ter/"><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/07/v-enst-capa.jpg" alt="v-enst-capa.jpg" /></a></p>
<p>Eu, editor da Vírgilia, Marcelo Melo, estou lançando meu primeiro romance, Eu não sei ter. O livro sai pelo selo Virgiliae, da Livros de Safra, uma espécie de sucessora da Virgília, a versão independente do meu trabalho, numa etapa pós parceria com a Saraiva.</p>
<p>Decidi assinar ficção como Marcelo Candido (meu sobrenome do meio), para conseguir independência quando atuar como editor, poder manter uma visão crítica e independente dos textos de terceiros que serão apresentados.</p>
<p>Eu não sei ter é uma história que discute relacionamentos, afetivos e de amizade neste mundo contemporâneo e agitado que si vive neste início de século XXI. O melhor amigo do narrador, um psicanalista sofre um acidente e fica vegetando para o resto da vida, sem poder explicar a história que vem a tona com o acidente. Com isso, Justiniano, o narrador é solicitado a bisbilhotar a vida do amigo e se vê obrigado a rever a relação com Cândida, uma mulher ressentida e surpresa com o que acaba de descobrir da vida do marido.</p>
<p>Para saber maiores informações visite o site da Livros de Safra, clicando <a href="http://www.livrosdesafra.com.br/2011/06/20/eu-nao-sei-ter/">aqui </a>ou na capa do livro acima.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Que discurso chato: só porque era do rei?</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2011/03/11/que-discurso-chato-so-porque-era-do-rei/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 02:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Com o tempo escasso, fiz escolhas severas para a última temporada do Oscar. Não tinha gostado tanto de O cisne negro, passei a gostar mais depois de sair da sala de O discurso do rei.
Ou estava de mau humor, ou o filme é carregado, lento, quase sonífero. Devo ter dormido, mas não percebi as hipóteses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/03/discurso-do-rei.thumbnail.jpg" alt="discurso-do-rei.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/03/discurso-do-rei-1.jpg" alt="discurso-do-rei-1.jpg" /></p>
<p>Com o tempo escasso, fiz escolhas severas para a última temporada do Oscar. Não tinha gostado tanto de O cisne negro, passei a gostar mais depois de sair da sala de O discurso do rei.</p>
<p>Ou estava de mau humor, ou o filme é carregado, lento, quase sonífero. Devo ter dormido, mas não percebi as hipóteses da gagueira, e olha que tendo a isto, portanto o interesse devia ser maior. Nem a atuação de Colin Firth não me impactou tanto. Me pareceu um típico ganhador de Oscar. Até a tradicional e no fundo inofensiva, porque aberta e programada, cutucada na igreja houve. Infelizmente sou obrigado a aceitar que os ditadores e facínoras tem feito discursos mais eficazes, no mínimo, tem servido para não apenas se manterem no poder de forma absurda, como ainda enxerem seus bolsos e contas de recursos, financiando até escolas de primeiríssima linha, pelo menos até o incidente (lá mesmo, onde o rei discursa!).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Da cama, às telinhas, às páginas, à telona: Bruna Surfistinha</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 01:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[   
Já não me lembro se li o livro da Bruna Surfistinha, tenho a impressão que não. Certeza de que não peguei o seu blog e muito menos a própria. Mas é claro que fiquei curioso com a história, e resolvi levar ao cinema um adolescente, achei que era uma boa desculpa para uma conversa sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/03/bruna-surfistinha.thumbnail.jpg" alt="bruna-surfistinha.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/03/bruna-surfistinha-1.thumbnail.jpg" alt="bruna-surfistinha-1.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/03/bruna-surfistinha-2.thumbnail.jpg" alt="bruna-surfistinha-2.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/03/bruna-surfistinha-3.thumbnail.jpg" alt="bruna-surfistinha-3.jpg" /></p>
<p>Já não me lembro se li o livro da Bruna Surfistinha, tenho a impressão que não. Certeza de que não peguei o seu blog e muito menos a própria. Mas é claro que fiquei curioso com a história, e resolvi levar ao cinema um adolescente, achei que era uma boa desculpa para uma conversa sobre o assunto (algumas adultas insistiram que a desculpa era esfarrapada&#8230;).</p>
<p>O filme foi melhor do que eu poderia imaginar mas mesmo assim poderia ir um pouco mais fundo no psicológico da personagem e o que talvez fosse mais interessante, no psicológico dos clientes, aí sim se transformaria num tratado. Serviu para minha conversa com o adolescente? Também menos do que esperava, mas acredito que deixou aberto o canal de comunicação. Sinais dos tempos?</p>
<p>O filme segue firme e já bateu 1 milhão de expectadores, o livro bateu os 300.000 exemplares, números para deixar editores e cineastas com inveja.</p>
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		<title>Gostei do começo, depois&#8230; Cisne negro!</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 23:28:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[  
Da temporada de filmes, escolhi Cisne negro para começar. Me arrependi. O filme de Darren Aronofsky começou muito bem, uma câmera agitada, mostrando o ballet e algumas questões humanas de forma real. A tal mãe da Natalie Portman me pareceu um exagero desde o início, mas o restante ia bem.
Mas aí, o diretor resolveu abusar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/02/cisne-negro-1.thumbnail.jpg" alt="cisne-negro-1.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/02/cisne-negro-2.thumbnail.jpg" alt="cisne-negro-2.jpg" /> <img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/02/cisne-negro-3.thumbnail.jpg" alt="cisne-negro-3.jpg" /></p>
<p>Da temporada de filmes, escolhi Cisne negro para começar. Me arrependi. O filme de Darren Aronofsky começou muito bem, uma câmera agitada, mostrando o ballet e algumas questões humanas de forma real. A tal mãe da Natalie Portman me pareceu um exagero desde o início, mas o restante ia bem.</p>
<p>Mas aí, o diretor resolveu abusar dos efeitos especiais, sinceramente o filme não precisava disso. Devem existir pessoas com uma enorme dificuldade de soltar-se, sentir, se deixar levar. Também existem malucos em todas as áreas, bem como pessoas dispostas a arrancar das outras o melhor, não importa a forma, mas o filme me perdeu, exagerou e deixou de ser uma obra interessante e densa sobre questões humanas importantes para tentar se tornar um thriller impactante e fechado ao pensar, pena. Sim, gostei de Natalie Portman, é sempre bom ver alguém com aquela cara de boa moça testar e mostrar os limites da vida. Hollywood também anda botando as manguinhas de fora, todos os conservadores ficaram no mínimo intrigados com o tal lesbianismo, se não afrouxou a moral, no mínimo aumentou a fantasia&#8230;</p>
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		<title>Quase um dicionário de sinônimos relacionado ao sexo&#8230;</title>
		<link>http://www.virgilia.com.br/2011/02/18/quase-um-dicionario-de-sinonimos-relacionado-ao-sexo/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 02:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Melo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Indicação de leitura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Havia comprado há tempos o livro do Reinaldo Moraes. Assisti sua participação na Flip e li vários comentários sobre o livro. Mas resolvi le-lo mesmo, interrompendo Anna Kariênina, por acreditar que este não seria um livro passageiro.
É, acho que não será. Me surpreendi com a capacidade do autor de encontrar sinônimos para órgãos e posições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.virgilia.com.br/virgilia/wp-content/uploads/2011/02/pornopopeia.thumbnail.jpg" alt="pornopopeia.jpg" /></p>
<p>Havia comprado há tempos o livro do Reinaldo Moraes. Assisti sua participação na Flip e li vários comentários sobre o livro. Mas resolvi le-lo mesmo, interrompendo Anna Kariênina, por acreditar que este não seria um livro passageiro.</p>
<p>É, acho que não será. Me surpreendi com a capacidade do autor de encontrar sinônimos para órgãos e posições sexuais, com o senso de humor extremamente aguçado e com a sequência de &#8220;absurdos&#8221; de seu personagem inconsequente. O tal cineasta maldito não quer nada além de curtir a vida, acredita ter uma relação carinhosa com o filho, mas só porque é distante e ainda deve se lembrar dos desprezos do pai, de perto mesmo só muito sexo, drogas e outras sacanagens. O vocabulário é extremamente rico, dá até para organizar um pequeno dicionário de sacanagens, inspirado no mesmo, e a história um pouco mais longa do que o ideal, mas é impossível o leitor não ter a sensação, ao fechar o livro, de já ter feito muito mais do que já fez, são tantos detalhes que é factível achar que as proezas também aconteceram na nossa vida. Uma leitura extrema.</p>
<p>Estava na fase final, quando ele encara uma velhota, quando o vi chegando no Carrefour, quase o abordei para tirar um sarrinho sobre comer a velha, mas achei que era invasão demais, afinal, tudo aquilo não passa de ficção, mas que ele deve ter tido que se acostumar com olhares assustados, isso teve. Aos profissionais, a leitura vale como check-list, aos pudicos, como quebra-gelo e preparação para a vida real.</p>
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